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domingo, 10 de março de 2013

Escapadinha romântica no Falésia Hotel (Albufeira)

Bem... (quase) todas as pessoas que me conhecem sabem que resido no Algarve. Aí tudo bem...mas que passo noites fora de casa para ir passar num hotel no Algarve e em Albufeira...não, né?! Nem eu sabia...





Apesar de ter passado a noite de núpcias na Praia da Rocha em Portimão foi a primeira vez que passei o dia dos namorados fora de casa (num hotel, por assim dizer)...mas no Algarve, bem pertinho. Mas isso aconteceu por uma boa razão.

Quando tentei reservar uma noite de hotel (no site da Booking) para passar o fim de semana (de Carnaval), todos os hóteis da região centro e Alentejo eram bem mais caros do que os Algarve, especialmente Albufeira. E só vos digo que consegui uma ótima promoção: jantar (bebidas não incluidas), dormida, acesso gratuito ao spa e pequeno almoço tudo por um preço de... 49€! Não resisti e reservei a noite do dia dos namorados para fazer supresa ao meu marido (nada como uma escapadinha fora para apimentar a relação...hahaha)!





E, de facto, não me arrependi! O quarto super limpo e arrumado com vista para a piscina exterior, o bonito jardim, a piscina interior espaçosa (e quase toda só para nós), o jacuzzi  e o banho  turco super quentinhos, o pequeno almoço divinal e as boas sobremesas  do  jantar tornaram a nossa escapadinha romântica  simples-mente...magnífica!







domingo, 28 de outubro de 2012

No roteiro turístico dos Açores: o vale das F......

Qual é o local, qual é ele, com uma paisagem única e de rara beleza natural, onde existem caldeiras, pode-se cozinhar no chão e tomar uns belos banhos em piscinas naturais, com água a 40º C? Adivinharam?

Ah! E também onde se situa um dos vulcões, considerado para muitos, como um dos mais perigosos dos Açores.



terça-feira, 16 de outubro de 2012

As mais belas lagoas de S. Miguel




Parece um daqueles postais que vemos por aí, não é? Mas não...fui eu quem a tirou. E só vos posso dizer que a acho magnífica e uma das maiores e mais belas lagoas Açorianas. Apresento-vos a: "Lagoa das Sete Cidades"!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Um pouco da história Micaelense 1

Embora não existam registos de quem exatamente "descobriu" as ilhas dos Açores, o que se sabe é que foi povoada na primeira metade do século XV (talvez 1432 ou 1444), possivelmente a 29 de Setembro, dia de S. Miguel, patrono então de Portugal e que deu o nome à ilha, tendo como primeiro capitão mandatário Gonçalo Velho Cabral.


Monumento nas portas da cidade (Ponta Delgada)

Os primeiros povoadores, atraídos pelas terras férteis e reduzidos impostos, trouxeram consigo gado, aves, sementes de trigo e de legumes para se fixarem e cultivarem as terras, num local abundante em vegetação, designado hoje como "Povoação", uma vila e sede de concelho de uma das freguesias mais bonitas que vi nesta ilha (as "Furnas").


Local da entrada dos primeiros povoadores da ilha


Esta zona é conhecida como o "celeiro da ilha" devida à alta fertilidade dos seus terrenos e a consequente elevada produção de cereais e batata.


Centro da vila


Ao percorrerem a costa oeste, esses povoadores encontraram uma zona plana ao nível do mar e aí se fixaram, dando origem à povoação "do Campo".  Como ficou isenta de impostos, pouco tempo depois começou a ser chamada vila franca, atraindo cada vez mais pessoas o que deu origem à primeira capital da ilha, conhecida hoje como "Vila Franca do Campo".


Vista de Vila Franca (a partir da ermida da Nossa Senhora da Paz)


Aos primeiros povoadores sucederam-se outros, oriundos  principalmente da Estremadura, Alto Alentejo, Algarve e Madeira, assim como judeus, mouros e até estrangeiros como Franceses (existe uma terra no noroeste chamada "Bretanha").


Moinho na Bretanha

O rápido crescimento económico deveu-se essencialmente à localização geográfica e às características dos solos, importantes para a produção de açúcar e plantas tintureiras de pastel ou urzela (líquen), e a partir das quais se obtia um corante azul para tingimento de tecidos.

Vila Franca do Campo, elevada a vila em 1472, era o mais importante porto comercial e alfandegário da ilha até que em 22 de Outubro de 1522 sofreu um violento terramoto, estimando-se que tenham morrido quatro mil pessoas. Outras zonas do norte da ilha (como Ribeira Grande) também sofreram fortes abalos sísmicos.

Os sobreviventes desta catástrofe natural foram então para Ponta Delgada, que se tornou cidade e capital da ilha em 1546...até hoje.

No século XVI, em S. Miguel ocorreram importantes lutas, tais como a batalha de Vila Franca em 1582, com a vitória dos partidários de Filipe II de Espanha sobre os apoiantes de D. António I de Portugal e no século XVII existiram ataques corsários, com especial destaque nos da armada inglesa. Até pode ser vista a marca do impacto de um projéctil na torre sineira de uma igreja de Vila Franca do Campo, de um ataque datado de 1624.

Torre da igreja S. Miguel Arcanjo

Com o declínio do comércio internacional das plantas tintureiras, em detrimento dos corantes sintéticos, começou a escassez para os Micaelenses, os habitantes da ilha de S. Miguel. Então surgiu a necessidade de uma nova alternativa: o cultivo da laranja, provavelmente trazida de Macau.

A laranja, exportada regularmente para a Inglaterra, a partir da segunda metade do século XVIII permitiu o elevado desenvolvimento económico e o consequente aparecimento de palácios e mansões, na paisagem de uma nova classe social: a burguesia, com os ideais de defesa do rei D. Pedro contra as ideias absolutistas de D. Miguel. Contudo...

Mas agora basta de histórias (mas que continuam no próximo post)!

Achei Vila Franca um charme! Depois de provarmos umas iguarias gastronómicas um pouco diferentes  (depois eu escrevo sobre o assunto) ao almoço fomos passear pela vila. Entre ruelas encontramos muitas igrejas e ermidas (existem mais de dez), um convento e os paços do concelho, um bonito edifício do século XVIII, encimado por uma esfera armilar (instrumento astronómico).


Igreja da Misericórdia (é do século XV e uma das mais bonitas)

Paços do Concelho


A norte de Vila Franca existe a ermida da Nossa Senhora da Paz, um templo do século XVIII com vistas absolutamente deslumbrantes sobre a vila.







E com muita pena minha, por razões meteorológicas, não podemos ir até ao ilhéu de Vila Franca, situado a 1200 metros do porto, um cone que contém no seu interior uma caldeira circular cheia de água e onde se pode(ria)m tomar uns belos banhos (sniff...sniff...).






segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Na ilha mais verde dos Açores


Vista parcial das Furnas


Já há alguns anos que tinha o desejo de conhecer os Açores até porque já estive na Madeira há algum tempo (na realidade foi a minha primeira viagem aérea, com a minha melhor amiga, há sete anos atrás). Contudo, como o meu marido já lá tinha estado a trabalhar, colocamos esse destino de lado, ao invés de outros. Mas esta viagem não planeada (e por força das circunstâncias) foi agora concretizada. E só vos digo que é uma viagem perfeita para lua de mel, se casarem entre os meses de Abril a Agosto.

Quem não conhece nada dos Açores, deverá ficar a saber que estes são constituídos por nove ilhas, divididos por três grupos principais: o ocidental com as ilhas Flores e Corvo, o central com as ilhas Terceira, Pico, S. Jorge, Faial e Graciosa e o oriental com as ilhas de S. Miguel e Santa Maria.
A designação "Açores" vem do facto dos primeiros exploradores Portugueses ao avistarem as ilhas terem confundido outras aves que sobrevoavam as ditas com "açores" (e ainda bem, senão imaginem só que as ilhas, hoje, se chamavam "Milhafres"...hahaha).

A maior (e uma das mais completas, segundo dizem) é sem dúvida a ilha de S. Miguel com 747 km2.
Caramba, como eu gostei desta ilha. Quer um sitio mais verdejante e com mais graça do que S. Miguel? E se gostar de flores, este é o local perfeito para si (e isto não é nenhuma campanha publicitária)!






Do aeroporto de Lisboa fomos diretamente para Ponta Delgada, a capital da ilha, embora tenhamos apanhado um pequeno "susto" ao termos visto o primeiro voo (antes do nosso) a ser adiado algumas horas, para S. Miguel. A "Nadine", uma tempestade tropical, estava a assolar a maior parte das ilhas dos Açores, precisamente nesse dia, e vários voos tiveram de ser cancelados, embora (e felizmente) os estragos tenham sido poucos, uma vez que não passaram de ventos e chuvas fortes. Quando fomos buscar o carro à agência (que ainda era um esticão desde a outra ponta de Ponta Delgada, onde ficava o nosso hotel) ficamos literalmente ensopados até aos ossos e com o mapa da ilha desfeito em pedaços.
Outra situação "mirabolante" foi o facto do GPS não ter o mapa dos Açores (sei que são um bocado afastadas de Portugal Continental, mas não estarem no GPS é um  bocado demais...). Mas atribulações à parte, a viagem correu bem, demos algumas voltas à ilha inteira (cinco dias foram suficientes para ir e voltar aos locais de maior interesse), o tempo melhorou nos dias seguintes e só no voo de regresso, é que regressamos três horas e meia mais tarde do que o previsto (na realidade, viemos num voo de longo curso da SATA, vindo de Boston, que chegou atrasado). Mas, tirando tudo isso, foi... perfeito!




Foram cinco dias de passeio numa deslumbrante paisagem natural (lindissimas e várias lagoas, cascatas, campos floridos e cheios de vacas, luxuriante vegetação), puro ar fresco, boa comidinha, bonitas igrejas e monumentos e algum relax ...no Parque Terra Nostra e na piscina do hotel. O hotel Vila Nova, apesar de ser apenas três estrelas, é um dos melhores da ilha e está bastante bem localizado em Ponta Delgada.

Se as cidades têm jardins, aqui é a ilha toda, um enorme jardim, onde estão contidas as cidades!

Tudo isto existe, tudo isto é S. Miguel! Venha agora comigo descobrir os recantos encantados e saber um pouco de história desta ilha, a mais verde, de todas dos Açores!

Ah! E já me esquecia de agradecer à agência de viagens Easy Go de Lagoa, onde comprei o pacote turístico (e a não ser que haja algum tipo de desconto nos voos da TAP ou SATA, únicas companhias aéreas a viajarem para os Açores, comprar em pacote fica mais em conta, pois também estão incluidos os transferes e os seguros, além dos voos e alojamento).

sábado, 13 de agosto de 2011

Livorno (Florença e Pisa)

Saimos bem cedo do porto de Livorno, em direcção a Florença e Pisa, numa excursão organizada pela Pullmantur.


Torre de Pisa

A região de Livorno está localizada na Itália Central (sim...a nossa primeira vez em Itália), na zona da Toscana.

Depois de duas horas de autocarro, chegamos finalmente à cidade de Firenze (Florença, em Português): um autêntico museu ao ar livre (sim...sei que já devem ter ouvido isto umas mil vezes), o berço do Renascimento Italiano (o período histórico que eu mais gostei de estudar) e uma das mais belas do mundo. Esta cidade foi governada pela familia Médici que muito contribuiu para o seu desenvolvimento, nos séculos XV-XVIII. Cheia de monumentos fantásticos, de belissimas catedrais e igrejas de estilos e épocas diferentes, de cenário de obras de Michelangelo, Leonardo Da Vinci, Boticelli, Donatello, Rafael Sanzio, esta cidade é fantástica. Aqui, também, nasceram muitos papas: Leão X, Clemente VII, Clemente VIII, Leão XI, Urbano VIII e Clemente XII.

Demos uma caminhada até à Basílica di St. Maria del Fiore e vimos os seus locais mais turísticos (Palazzo Vecchio, Baptistério San Giovanni, Galleria degli Uffizi, Ponte Vecchio e Santa Maria Novella), a pé.

A Basílica di St. Maria del Fiore é uma catedral com uma enorme cúpula (de facto é o cartão-postal da cidade), uma obra de arte gótica e resultante de um trabalho de vários séculos (desde o século XIII). É a quarta maior igreja da Europa, com 153 m de comprimento e 116 m de altura.

Parte da fachada da entrada principal da catedral

Pormenor da porta de bronze na entrada principal

Cúpula da catedral


Em frente à catedral existe o baptistério San Giovanni, cujo destaque vai para as "portas do Paraíso", um lindissimo pórtico que aparenta ser feito de ouro maciço (obviamente não é). Um baptistério era um local onde eram baptizadas as pessoas, uma vez que não podiam entrar nas igrejas sem ter esta celebração.



O Palazzo Vecchio é um palácio localizado na Piazza della Signoria, considerado o símbolo do governo local e grande parte do seu interior é um valioso museu. Começou a ser construído em 1299, terminado 15 anos depois, mas a partir daí tem sido ampliado e renovado, constantemente. A Torre de Arnolfo (do qual faz parte) começou a ser construído em 1310 e tem 94 m de altura.


Esculturas em frente do Palazzo Vecchio


                                                                   Torre de Arnolfo



A Galleria degli Uffizi (em Português: Galeria dos Ofícios) é um dos mais importantes museus do mundo.  Junto ao museu, em nichos exteriores, existem 28 esculturas dedicadas às várias personalidades famosas da Toscana, incluindo famosos mestres e cientistas (Galileu, Leonardo da Vinci, Dante, Donatello, Giotto, Maquiavel e Pier António Micheli, um notável botânico do século XVIII pelos seus amplos conhecimentos no estudo de fungos).


Esculturas de Galileu e Micheli

A Ponte Vecchio é uma ponte em arco medieval sobre o Rio Arno e existem lá uma série de lojas, em particular ouriversarias e joalharias. Pensa-se que tenha sido construída no período da Roma Antiga e fosse originalmente em madeira. E foi uma das poucas pontes a não ser destruída durante a Segunda Guerra Mundial.




A Santa Maria Novella é uma igreja construída no lugar de um antigo oratório, no século XI, ampliado nos séculos seguintes e consagrada no século XV.




Estivemos ainda a ver pequenas lojas de recordações (num mercado ao ar livre, conforme foto abaixo) e objectos de madeira (parece que o personagem de desenhos animados Pinóquio foi inventado aqui).




Na loja do Pinóquio

Depois do almoço, partimos para Pisa, novamente de autocarro (haviam alguns que aproveitaram para dormir...pudera, com a noite anterior).
Estava bastante calor e a guia alertou-nos para o facto de não comprarmos nada aos vendedores ambulantes, sob pena de multa (aqui quem compra é quem paga a multa)!
Depois de 15 minutos a pé (e de tentar resistir aos vendedores) chegamos a Piazza dei Miracoli, onde estivemos no interior da catedral. Esta catedral começou a ser construída no século XI. A sua fachada é constituída por pedra branca, mármore acinzentado e colorido. As portas são de bronze.



  Fachada principal da catedral




Depois estivemos no interior do baptistério de São João. Começou a ser construído no século XII e só terminado dois séculos mais tarde. Apresenta 55 m de altura e é o maior de Itália com 107 m de circunferência. De estilo românico, também é feito de marmóre e devido ao solo instável arenoso em que se encontra, apresenta quase um grau de desnível em relação à catedral. O seu interior quase vazio e a adição de uma parte externa no telhado garante uma notável acústica (confirmamos isso, já que na hora do fecho ouvimos alguns cânticos de uma funcionária, impressionante como aquele espaço amplia o som).







A pequena cidade de Pisa, a terra natal de Galileu Galilei não podia estar completa sem a atracção principal, que sem dúvida é a famosa torre inclinada ou campanário. Começou a ser construída em 1173, ao fim de 5 anos de construção (quando estavam no 3º andar) a torre começou a inclinar-se para o lado sudoeste, devido a uma fundação mal construída e a um solo de base mal compactado, e tentaram resolver a situação, construindo andares com lados mais altos que os outros (mas sem sucesso). Há duas décadas atrás foram realizados trabalhos para evitar a derrocada da torre. A adição de contra-pesos de chumbo e a remoção de terras da base garantem a segurança da mesma por mais dois séculos. Actualmente tem quase 4% de inclinação, nos seus 60 m de altura.
Por falta de tempo, não subimos a torre mas tiramos algumas fotos de fora (daquelas bem parvas a tentar agarrar ou a empurrar a torre...haha).





Sei que foram poucas horas passadas na capital e na maior região da Toscana (Florença) e que ficou muita coisa para ver, sentir e viver...



terça-feira, 9 de agosto de 2011

Villefranche/Mónaco

Primeira vez na França...aventuramos-nos a sair sem excursão marcada...de lancha, saimos do navio, que ficou ancorado na baía de Villefranche.
Esta bonita vila de pescadores, cheia de casinhas coloridas, está situada na Costa Azul e localizada entre cidades tão glamorosas como Cannes e Nice (a oeste) e o Mónaco (a leste).


Depois de um curto passeio a pé, fomos de comboio (estranhamos o facto de picar o bilhete, logo na estação, antes de entrar para o comboio) até ao principado do Mónaco. Este é um micro-estado fundado em 1297, com apenas 2 quilometros quadrados, é o segundo menor país  da Europa (sendo que o Vaticano ocupa o 1º lugar). É o estado com maior densidade populacional, é governado há mais de 700 anos pela familia Grimaldi e não é de estranhar que tenha a mais alta concentração de carros de luxo e o custo de vida seja um dos mais caros do mundo, uma vez que aqui os investidores não estão sujeitos a impostos sobre os rendimentos (eram incontáveis os números de Ferraris, Bentleys, Rolls Royces e Lamborghinis presentes).

Ferraris


Com um temperatura suave e um céu azul, estivemos a deambular: pelas ruas limpas (numa rua perto da marina até haviam alguns desfibriladores, aparelho esse utilizado, para dar choque electricos, em caso de paragem cardíaca), incluindo a famosa The Champions Promenade, uma espécie de corredor da fama (género Hollywood) para prestigiar os melhores jogadores de futebol do mundo (estavam lá as pegadas e assinatura do nosso Eusébio), numa rua situada à beira-mar...

The Champions Promenade


...a ver o porto cheio de iates e navios de luxo...


...pelas agradáveis e famosas praias (que a meu ver é mais fama que proveito, a areia é mais grossa e a água é tão fria como a do Algarve)...



...pelos jardins, igrejas e esculturas...

Sainte-Dévote Church




... por uma parte do circuito da Formula 1 (haviam algumas das bancadas, que estavam a ser desmontadas ainda, pois o circuito tinha sido realizado no fim-de-semana anterior)...

Uma das ruas do circuito


...a ver os edificios bem bonitos, incluindo o majestoso complexo Casino (Sala de Ópera-Ballet-Teatro) de Monte-Carlo, construído no século XIX devido à falta de diversões culturais disponíveis neste principado, naquela época.



Fachadas do complexo do Casino





                                                                   Fachadas dos edificios



E depois voltamos novamente para Villefranche de comboio.

O meu marido na estação de comboios do Mónaco