segunda-feira, 1 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
De Delft até Roterdão....
A 9 km de Haia situa-se Delft, uma simpática e pequena cidade que remonta ao século XI, próspera graças à sua indústria de tecelagem e produção de cerveja. Contudo, a sua maior atração foi (e é) a delicada faiança azul e branca pintada à mão, originária há 5 séculos atrás, quando os imigrantes italianos instalados, aí, nessa região iniciaram a produção de louça, que melhorada, surgiu como uma alternativa mais barata à louça da China.
Apesar das obras e deficitária circulação automóvel (o trânsito é caótico por causa das inúmeras bicicletas e o estacionamento difícil, apesar de pago) conseguimos ver os graciosos edifícios, alguns de estilo gótico e renascentista, com muitas árvores perfeitamente alinhadas ao longo dos vários canais...
...as esplanadas dos restaurantes bem originais...
...as igrejas, como a Oude Kerk do século XIII...
....e o centro histórico! Reconstruído no final do século XVII, após uma grande parte deste ter sido destruído, anteriormente numa explosão, aqui se concentra a maior parte da vida da cidade! Depois de termos provado a cerveja local vimos a bonita câmara municipal (na seguinte foto), construída à volta de uma torre gótica do século XIII e no outro lado, do centro histórico, a Nieuwe Kerk, uma igreja construída entre os séculos XIV-XVI e depois remodelada várias vezes; entre os vários restaurantes e cafés, lojas de souvenirs (tamancos, queijos, flores e bolbos) e faianças.
Dizer que conheci Roterdão é puro engano, pois ali ficamos apenas uma dúzia de horas e somente para descansar. E afinal o que se poderá dizer sobre esta cidade, a não ser que é a segunda maior cidade do país e derivado dos enormes bombardeamentos, durante a segunda guerra mundial, possui uma invulgar arquitetura moderna (achei esta ponte levadiça tipo cena de filme de 3D).
E o hotel do primeiro dia não era bem um hotel convencional mas sim um transatlântico ancorado e convertido num espetacular hotel-restaurante-museu: o SS Rotterdam Hotel & Restaurants 4*. O quarto era espaçoso, limpo, com casa de banho privativa e até tinha comodidades para fazer chá e café. E o preço uma pechincha (que arranjei à última hora na Booking por apenas 35€...hahaha)!
A ideia inicial até era passear um pouco pela cidade depois de fazer o check-in mas depois de termos dado duas voltas à cidade de carro (o GPS teimava em fazer-nos virar numa estrada cortada no acesso ao hotel/barco), o cansaço era tão grande (afinal estávamos acordados desde as 4 da manhã) que acabamos por jantar mesmo no restaurante do barco...o dia azulado, a fresca brisa vinda do norte, a saborosa comida, a deliciosa cerveja rosé e uma soberba vista sobre Roterdão proporcionaram-nos o cenário perfeito para o nosso final do dia, o primeiro dia da nossa viagem!
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Haia, a outra "capital" da Holanda
Apesar de muitas pessoas designarem "Holanda" aos "Países Baixos", isso não é inteiramente verdade já que este país é constituído por 13 províncias, duas das quais compõem a Holanda.
Quando comecei a pensar num novo destino de férias para este ano, Amesterdão veio à baila, porque Schipol era uma das possibilidades para fazer escala, antes de embarcar para outras paragens. Contudo, na pesquisa de mais coisas sobre a Holanda, fiquei fascinada por esse país que tem grande parte da sua área geográfica abaixo do nível do mar e acabei por mudar o roteiro quase na sua totalidade.
E como na Holanda não existe só Amesterdão, Haia e Delft acabaram por entrar na nossa história!
Depois de um voo relativamente tranquilo (e curto!), a partir de Lisboa, com a TAP, até Schipol observamos os campos planos verdejantes destas terras com as suas árvores milimetricamente ordenadas.
E, logo, no aluguer da viatura no aeroporto tivemos a primeira surpresa desta viagem!
Quando comecei a pensar num novo destino de férias para este ano, Amesterdão veio à baila, porque Schipol era uma das possibilidades para fazer escala, antes de embarcar para outras paragens. Contudo, na pesquisa de mais coisas sobre a Holanda, fiquei fascinada por esse país que tem grande parte da sua área geográfica abaixo do nível do mar e acabei por mudar o roteiro quase na sua totalidade.
E como na Holanda não existe só Amesterdão, Haia e Delft acabaram por entrar na nossa história!
Depois de um voo relativamente tranquilo (e curto!), a partir de Lisboa, com a TAP, até Schipol observamos os campos planos verdejantes destas terras com as suas árvores milimetricamente ordenadas.
E, logo, no aluguer da viatura no aeroporto tivemos a primeira surpresa desta viagem!
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