segunda-feira, 21 de março de 2011

A escolha de uma boa máquina fotográfica

No dia de Carnaval fiquei super passada com a minha máquina fotográfica: uma HP de 8 mp e 3x zoom que me tem acompanhado nestes 3 últimos três anos: passou por Praga, República Dominicana, o norte de Portugal e depois quando chegou a Florença entrou quase em coma. Em coma, porque as pilhas ou a máquina estava viciada e demorava muito a tentar conseguir ligar e tirar alguma fotografia. E depois quando chegou a Roma e a Pompeia a frustração continuou!

Depois o meu marido (ainda a salvei de ter sido deitada ao lixo) comprou uma compacta no ano passado antes de irmos à Turquia: Sony DSC-H55 com 14,1 Mp e 10x zoom, bastante boa. Mas como gostamos ambos de fotografar e filmar e não queremos andar à luta quem é que fica com a máquina ou se vamos filmar ou fotografar...

..e na Quarta passada  pus-me pensar em seriamente em comprar uma outra máquina e como adoro fotografia uma bem melhorzinha. Agora eis a questão: qual? Uma compacta igual a dele não faz muito sentido, uma Reflex também não (adoro fotografar mas não sou profissional)...talvez uma bridge?




Mas para isso fui pesquisar algumas noções de fotografia digital (fiz parte do Clube da Fotografia há uns 20 anos mas da tradicional).

Existem vários aspectos muito importantes a serem tomados em conta na escolha de uma máquina:

- sensor e resolução- é o que define a qualidade final de imagem, expressa em megapixéis; quanto melhor e maior resolução tiver uma máquina digital, mais pormenores e melhor qualidade de impressão se consegue obter nas fotografias (obviamente será mais dificil partilha-lhas na net já que estas serão mais "pesadas").

- memória- já que a sua memória interna é muito curta, deverá ser utilizado um cartão com uma boa quantidade de memória (por exemplo 8 ou 16 Gb).

- zoom- existentes de dois tipos, o óptico que amplia de forma real a foto e o digital que amplia os pixéis da imagem (de modo artificial).

- alimentação- pode ser a pilhas ou bateria. Convém usar pilhas recarregáveis ou ter uma bateria a duplicar. A bateria lítio é a que tem maior autonomia.

- ecrã LCD- consegue-se visualizar se a foto ficou ou não bem focada mas consome imensa energia.

- ergonomia- deve-se procurar uma máquina que se adapte facilmente à mão.


As máquinas fotográficas digitais dividem-se em 3 grupos:

- compactas- não se necessita de ter conhecimentos em fotografia, pois as fotos são tiradas de modo automático. Essas máquinas são pequenas e de fácil transporte.

- bridge- são máquinas intermédias entre as compactas e as reflex. Possuem boas funções de zoom e têm funções das reflex que se podem ajustar manualmente (conceitos como velocidade do obturador, diafragma e ISO têm de ser entendidas para se ter um bom aproveitamento da máquina).

- reflex- são utilizadas por peritos e profissionais de fotografia. Tiram-se fotografias excelentes, pois utilizam-se complementos tais como objectivas (que se podem remover e retirar da máquina), filtros, tripés e flashes. São bastantes pesadas e dificeis de transportar.


A velocidade do obturador deve ser ajustado na máquina em função da quantidade de luz, ou seja, quanto mais tempo o obturador fica aberto, mais luz pode alcançar o sensor de imagem. É medida em segundos ou fracções de segundos (exemplos: 1/1000 é muito mais rápido do que 1/30).
Velocidades mais altas de obturação congelam a acção e exigem mais luz e abertura maior (ex: 1/800)
Devem ser utilizadas 1/60 ou mais para evitar que a imagem saia tremida sem o uso de tripé.
Utilizam-se, normalmente,  as seguintes velocidades de obturação: 1/500 (exposição curta), 1/250, 1/125, 1/60, 1/30 e 1/15 (exposição longa).

O diafragma controla a luz que entra na lente, é medida em valor f e varia de 2 até 11. Quanto menor o valor menos luz entra. Quando temos uma situação de pouca luz deveremos usar uma abertura maior (exp: f8) e vice-versa. Também influencia na profundidade do campo. Quando se usa um valor de  f mais baixo (abertura é maior) a profundidade do campo diminui e quando se usa f mais alto, a profundidade do campo aumenta.

A sensibilidade ISO é uma medida de sensibilidade das superficies sensíveis à luz por um sensor. A fotografia digital utiliza a mesma sensibilidade da fotografia tradicional, embora o sensor da imagem digital reaga diferente da segunda. Na maioria das máquinas, os sensores foram concebidos para rondar os valores de ISO baixos tais como 100 ou 200. Algumas têm muito mais mas esquecem-se que quanto maior foi o ISO maior será a quantidade de ruído (efeito salpicado nas fotos ou seja pior qualidade de imagem).

A 10 de Março a minha escolha recaia na Nikon Coolpix P500, uma semi-profissional com 36x zoom.
Agora a minha escolha recai na Panasonic (ou Lumix) DMC-FZ100, porque tem uma das melhores lentes do mundo, bom zoom, bom estabilizador..a ver vamos (como diz o cego), qual será que vou escolher?

Bem, hoje dia 6 de Abril chegou a minha novissima máquina: a Panasonic Lumix DMC-FZ100, vinda da Pixmania. Nas férias aí vamos nós...ai vamos...vamos...mas sem a bateria alternativa encomendada que deverá chegar enquanto estivermos de férias :(


No dia 24 de Abril, no dia de Páscoa, fomos visitar a nossa família e aproveitamos para tirar algumas fotos com a máquina nova (adoro fazer aqueles grandes zooms das flores e insectos):





terça-feira, 8 de março de 2011

Carnaval de Alte


Apesar do mau tempo, bastante chuva e alguma trovoada que se tem feito sentir nestes últimos dias, fomos ver o desfile de Carnaval em Alte, esta tarde.


Trata-se de um Carnaval bastante tradicional, uma vez que toda a produção (confecção e elaboração) dos fatos e carros alegóricos é feita pelos grupos participantes, sem recurso a empresas especializadas, bem originais. O bilhete custou 1,5€.

GUARDIÕES DE PORTUGAL

 





DUENDES









BIFES EM ALTE






PRÉ-HISTÓRIA 






TROPICAL








PEIXES







  PIRATAS




INDIA












Loulé


Este post devia ter sido publicado no dia 3 de Fevereiro mas por motivos profissionais e pessoais só hoje tive tempo de publica-lo.