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terça-feira, 31 de março de 2015

No parque e Palácio de Monserrate!

Findos os posts sobre Budapeste, onde estivemos em Novembro do ano passado, passemos agora ao mês passado: mais um fim de semana em Lisboa (antes de mais dois dias de formação profissional)!

Desta vez um sábado passado na zona de Sintra, uma breve passagem pela praia da Ericeira, um jantar num restaurante indiano do Saldanha e no domingo uma visita à Belém, mais concretamente ao Museu da Eletricidade, onde tivemos o prazer de assistir, no último dia, a uma interessante exposição!

        


Mas antes, qual cenário das mil e uma noites apresento-vos agora, outro, dos bonitos e adoráveis palácios e parques de Sintra: o de Monserrate!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Para degustar e descobrir em: Évora!

Já vos tinha dito que Évora é uma das minhas cidades favoritas do Alentejo?! Pois bem, depois de várias tentativas falhadas, conseguimos ver, finalmente, o Palácio dos Duques de Cadaval, bem na frente do Templo de Diana (o cartão postal da cidade), que eu estava doidinha por conhecer. Além disso, também, vos deixo a dica de um dos melhores restaurantes que já comi... na vida (apesar de já lá ter ido há dois anos, por motivos profissionais)!




sexta-feira, 18 de abril de 2014

Palácio dos Marqueses de Fronteira

Depois de quase duas semanas passadas em Lisboa, eis-me aqui, com novos posts e novas atrações da capital...
A primeira, ao vivo e a cores: o Palácio dos Marqueses de Fronteira, na rua de S. Domingos de Benfica, perto do jardim Zoológico! Espero que gostem!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Na vila histórica de Sintra (parte 2)!

Preparados para voltar à vila de Sintra?
                                                        
Câmara municipal de Sintra

E embora, no final deste post exista mais uma atracção para ser visitada, continuemos agora, no interior do palácio nacional.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Na vila histórica de Sintra (parte 1)!

Confesso que adoro Sintra! Para mim é um dos locais mais românticos deste país à beira mar plantado e adoro lá voltar...e se em Agosto do ano passado não tive oportunidade de visitar o palácio nacional quando lá estive (encerra às quartas) este ano não quis desperdiçar a oportunidade.


Palácio Nacional

Mas, para além de todos os palácios já anteriormente mencionados, o que mais existe nesta vila pitoresca e carregada de história? Fique aqui para ver!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Quinta da Regaleira (Sintra)

Um dia bem passado em Sintra (ou não fosse património mundial da UNESCO)...numa fabulosa e mística quinta, num largo palácio; a subida a dois imponentes e altos castelos, a ida a dois restaurantes nomeados pelo Tripadvisor, a primeira peça de teatro de revista e o nascimento do meu afilhado garantiram-nos um fim de semana de Carnaval exaustivo mas deveras especial.


A começar pela Quinta da Regaleira, esse supreendente monumento da paisagem cultural, dentro dos limites do centro histórico, na vila de Sintra (fácil...pertinho e muito fácil de achar)!


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Palácio Nacional da Ajuda

Quem olhar  para a fachada traseira deste  edificio  inacabado, de  estilo neoclássico,  ninguém  poderá imaginar as riquezas albergadas no seu interior, de um dos palácios mais bonitos em Portugal que vi até hoje.

Devido ao terramoto de 1755, o rei D. José I ordenou a construção de um palácio (o último a ser construído em Portugal) num local considerado "seguro", no alto da Ajuda. Livre de sismos mas não do fogo foi aqui construído um antigo palacete, feito em madeira, onde a familia real viveu durante três décadas. Depois deste ter sido destruído por um violento incêndio foi construído o actual palácio, iniciado em 1802, que deveria ser grandioso mas devido às várias interrupções e alterações ficou apenas com um terço do projecto inicial.

Devido às invasões Francesas, o palácio só seria habitado posteriormente. De 1826-28 foi habitado pela regente D. Isabel Maria e em 1862 por D. Luís I e sua esposa D. Maria Pia de Sabóia que o tornaram residência permanente. Também foi aqui neste palácio que D. Miguel foi aclamado rei absoluto e D. Pedro IV jurou a carta constitucional na sala do trono.


Fachada traseira, dianteira e uma das esculturas à entrada do palácio


Declarado monumento nacional desde a implementação da república (1910) foi encerrado e reaberto como museu algumas décadas depois. Actualmente, além de servir de museu e ser uma antiga habitação real é também sede de instituições ligadas à cultura (como o Ministério da Cultura) e palco de cerimónias oficiais do estado.
Podem ser visitados dois pisos, no interior da maior parte do palácio (nas alas nascente e sul), aberto ao público: o térreo ondem podem ser admirados 20 aposentos privados reais e o andar nobre composto por 17 salas onde se realizavam as grandes recepções da realeza.

No piso térreo é obrigatório a visita à Sala do Despacho (onde o Rei recebia os seus súbditos e tratava de documentos oficiais) não sem antes passar pela Sala Grande de Espera (o tecto é lindissimo), à Sala da Música (uma das distracções favoritas da família real), à Sala de Estar, ao Jardim de Inverno (aposento privado com o tecto e as paredes revestidas de ágata da Caledónia), ao Quarto da Rainha, à Sala de Retrato do Rei D. Carlos (as paredes necessitam de restauro), à Sala das Tapeçarias Espanholas, à Sala Rosa (bem feminina, com peças de porcelana, apreciadas essencialmente no século XIX, vindas da região Alemã de Meissen) e à Sala Verde (onde nasceu o rei D. Carlos).

Pormenores da sala grande de espera
Em cima: sala do despacho
Em baixo: sala da música
Em cima: sala de estar
Em baixo: jardim de Inverno
Pormenores do quarto do Rei


Esquerda: sala rosa. Direita: quarto da Rainha


No andar nobre devem ser admiradas as salas: do trono, de baile, do corpo diplomático e o atelier de pintura do rei além da majestosa e faustosa sala de jantar.


Pormenores da sala do trono e escultura da sala de jantar

Pormenores da sala de jantar


As várias e lindas colecções de arte: escultura, joalharia, ouriversaria, pintura, têxteis, trajes, mobiliário, vidro, utensílios e fotografia, presentes em ambos os pisos, são marcas dos últimos vestígios deixados pela realeza nos últimos cinco séculos, em Portugal.


Quadros e fotos dos vários monarcas
Portugueses


Depois demos um belo passeio pelo Jardim Botânico da Ajuda, situado próximo ao palácio. Fundado em 1768, pelo Marquês de Pombal, é considerado o jardim mais antigo de Lisboa e destinava-se a local de recreio da familia Real, com inúmeras espécies vegetais de todo o mundo.  Em 1918, este jardim foi entregue ao Instituto Superior de Agronomia. O ciclone ocorrido em 1941 veio devolver a linda vista sobre o Rio Tejo, devido à destruição de uma grande parte do bosque formado no século anterior.




Horário (Inverno) e preço (adulto):

Palácio Nacional da Ajuda- das 10 às 17.30H; 5€ mas gratuito aos Domingos de manhã.
Jardim Botânico da Ajuda- das 09 às 18.00H; 2€ durante a semana e 1,5€ ao fim de semana.



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Palácio de Queluz

O palácio Real de Queluz ou palácio Nacional, pertencente ao concelho de Sintra, foi uma das mais importantes residências de todo o reino. Contudo, no século XVII, Queluz não passava de uma aldeia pobre sem qualquer importância, até ser propriedade real.

A obra iniciou em 1747 aquando do anúncio de casamento entre D. Pedro III com a sua sobrinha D. Maria I, tendo sido residência de férias até 1794. Após o incêndio do Palácio da Ajuda, ficou como morada permanente da realeza.


Neste palácio viveram D.João VI e D. Carlota Joaquina,  tendo alguns dos seus filhos nascido aqui, como por exemplo D. Pedro IV (e D. Pedro I, primeiro imperador do Brasil) que nasceu e morreu no quarto D. Quixote.

Propriedade do Estado Português desde 1908, este palácio apresenta uma grande quantidade de obras valiosas: mobiliário, tapetes (Arraiolos), esculturas, telas de pintura reais, uma vasta e diversificada colecção de porcelanas europeias e chinesas assim como de louçaria.

Dos 22 aposentos visitáveis ao público o que mais gostei foi o quarto império da princesa D. Maria Francisca Benedita, irmã de D. Maria e que casou com o primogénito desta (D. José).
Desde 1957 é residência oficial dos chefes de Estado.

Junto ao Palácio

Entrada do Palácio


 
Sala do Trono


Um pormenor da sala do trono
Sala da música
Altar mor da capela


Quarto Imperio da princesa D. Maria Francisca Benedita
Louçaria Real

Corredor dos azulejos

Coche


Sala dos embaixadores

Tecto da sala dos embaixadores
Sala do despacho

Quarto D. Quixote

Tecto do toucador da rainha


Toucador da rainha




(Atualizado em Agosto 2012)


Mafra

No dia seguinte fomos visitar Mafra. Um convento, palácio, igreja, biblioteca, escola de infantaria...tudo reunido num só lugar.

Fachada do edificio (pode-se estacionar facilmente na frente do mesmo)

O convento de Mafra resulta de uma promessa feita por D. João V para obter descendência, após 8 anos de casamento com D. Maria Ana de Áustria, no século XVIII. Projectada e concebida em estilo barroco Italiano pelo Alemão Ludovici, a igreja apresenta a forma de cruz latina e a 1ª cúpula octogonal em Portugal.
Desenvolveu-se simetricamente a partir de um eixo central: a basílica.

Fachada da basílica

Entrada da basilica

Pormenor de uma torre

Construído em pedra lioz da região de Sintra e Pero Pinheiro, empregou muitos operários, tendo chegando a empregar cerca de 50000 num mesmo ano.


Tecto em pedra lioz

A ideia original era albergar treze frades Franciscanos num pequeno convento. Contudo, o abundante ouro obtido no Brasil deu para fazer uma  tal grandiosidade de monumento, que deu para albergar trezentos frades.

A primeira pedra do local foi colocada em 1717 por D. João V tendo sido apenas consagrada 13 anos mais tarde, no 41º aniversário do rei, dedicada a nossa Senhora e Stº António, numa festa que durou 8 dias inteiros.


Estátua de D. João V

Utilizado, apenas, pela familia Real como residência na época da caça na tapada,  foi só em 1807 que D. João VI o utilizou como residência permanente, antes da partida da corte para o Brasil devido às invasões Francesas. D. Manuel II (último rei Português) partiu, a partir daqui, para o exilio para Inglaterra, em 1910.
Este edificio tem uma área de quase 38 000 metros quadrados, com 1200 divisões, mais de 4700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios. Constituida por 3 pisos e uma simetria admirável e milimétrica, possui esculturas lindissimas (fizeram-me lembraram as de Florença em Itália), jardins soberbos e possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas com 40 000 obras (escritas em Latim, Francês e Português arcaico, bem que tentamos ler alguma coisa mas estava dificil...haha). Conseguimos tirar algumas fotos do interior mas sem flash.

Antigo hospital
(o altar-mor, no meio, facultava aos doentes de assistirem à missa)
Interior de uma cela de um enfermeiro
Biblioteca


Quartos




Sala da caça

Sala de jogos


Sala amarela

Capela


No jardim

O bilhete é gratuito ao Domingo de manhã. Nos restantes dias paga-se 6€, à excepção de Terça que se encontra encerrado, a abertura é das 10 às 17h. Existem concertos de carrilhão às 16h de Domingo e a visita ao mecanismo do carrilhão às 15h15. Os dois carrilhões, vindos da Antuérpia, encomendados por D. João V, em 1730, custaram 800 contos e conta com 47 sinos no carrilhão da torre sul e 45 sinos no carrilhão da torre norte.
Existem autocarros da Mafrense com partidas de Sintra, Ericeira e Campo Grande em Lisboa.


Depois desta visita fomos passear pelas ruas de Mafra, vimos e compramos os pastéis tradicionais de Mafra (Fradinhos), constituidos por uma massa bem tenra e um recheio divinal de gemas, açúcar, amêndoa e feijão branco. No fim-de-semana em que fomos havia a mostra gastronómica dos sabores da Tapada Real no concelho de Mafra, assim haviam vários restaurantes que serviam peças de caça apanhadas na tapada (gamo, veado e javali). Experimentamos o javali em vinha d'alhos que estava muito saboroso!